Na época passada tive o privilégio de assistir ao vivo à vitória do Benfica sobre o Manchester. Um jogo emocionante. Começo tremido, um golo sofrido nos primeiros minutos, assomo de dignidade, aproveitamento quase perfeito das oportunidades criadas, um mergulho do saudoso Geovanni e um pastel do Beto trapalhão, alguma sorte e muito mérito da defesa na segunda parte, e, no fim, a festa, libertando toda a ansiedade. Confesso que antes do jogo estava algo pessimista. Tinha-me preparado mentalmente até para um eventual descalabro. Mas, perante a vitória justa, esse derrotismo serviu para avivar ainda mais a alegria.
Esta época a cena repete-se. Tenho consciência que a coisa pode correr mal. Vamos repetir também o final feliz?
26/09/2006
"Correu mal", diz o artista português
António Fiúza, presidente do Gil Vicente, pediu a demissão. Abandona o barco depois de o ter posto a pique.
Ainda há poucas semanas as televisões interrompiam os telejornais para ouvir as suas declarações saltitantes, feitas de frases cortadas e de raciocínios por concluir. Ainda há apenas meio mês os associados do Gil vitoriavam o seu destemor e a sua confiança na vitória.
Agora Fíuza sai de cena. “Correu mal”, dirá este artista português, encarnando o papel de vítima. Vítima do “sistema”, dos “grandes interesses” e do “poder instituído”. O artista português adora a auto-indulgência. Aprender a cumprir a lei e os compromissos assumidos é coisa não lhe passa pela cabeça.
Ainda há poucas semanas as televisões interrompiam os telejornais para ouvir as suas declarações saltitantes, feitas de frases cortadas e de raciocínios por concluir. Ainda há apenas meio mês os associados do Gil vitoriavam o seu destemor e a sua confiança na vitória.
Agora Fíuza sai de cena. “Correu mal”, dirá este artista português, encarnando o papel de vítima. Vítima do “sistema”, dos “grandes interesses” e do “poder instituído”. O artista português adora a auto-indulgência. Aprender a cumprir a lei e os compromissos assumidos é coisa não lhe passa pela cabeça.
23/09/2006
Paços de Ferreira 1, Benfica 1
Diz-se na bélica gíria futebolística que "quem não mata, morre". Foi o que aconteceu ao Benfica ontem em Paços de Ferreira. Depois de ter justificado a vantagem ao intervalo, depois de ter aguentado o resultado em inferioridade numérica, depois de ter enviado por duas vezes a bola ao poste, os encarnados acabaram por sofrer um golo já para além do nonagésimo minuto. Azar? Um pouco. Mas não só. Também indisciplina (terceiro vermelho em três jogos), incapacidade de finalização, e falta de concentração.
É verdade que, objectivamente, nada está perdido. Mas se o Benfica quer alimentar alguma esperança em relação ao presente campeonato, então vai ter que melhorar muito nos três aspectos mencionados. Terá Fernando Santos capacidade para impor as correcções necessárias?
É verdade que, objectivamente, nada está perdido. Mas se o Benfica quer alimentar alguma esperança em relação ao presente campeonato, então vai ter que melhorar muito nos três aspectos mencionados. Terá Fernando Santos capacidade para impor as correcções necessárias?
20/09/2006
O Benfica de Alcides

Alcides não vai esquecer a partida com o Nacional. Porque provavelmente não voltará a ter tantas oportunidades de marcar num só jogo como no Domingo passado. O brasileiro foi, por isso, o retrato da equipa. Que sem jogar bem, mas em nitida subida de rendimento, desbaratou inúmeras oportunidades de golo.
Fica, acima de tudo, a importante vitória. Que venham mais, pois é com elas que se constroi o carácter de campeão.
19/09/2006
16/09/2006
Liga 2ªJornada - A vez aos mais novos

As coisas não têm corrido como esperado. Bem, não sei se podemos dizer esperado, mas mais como desejado.
Depois de uma derrota dolorosa no Bessa, e de um empate enjoativo em Copenhaga, o Benfica tem novo desafio amanhã frente ao Nacional. Nacional que conseguiu perder todos os jogos até agora.
Sem Nuno Gomes, Petit, Manu e Rui Costa, o Benfica terá de operar várias alterações.
Mas não só a ausência de nomes preocupa o adepto e Fernando Santos. A atitude da equipa, que naturalmente se sente fragilizada após a derrota com o Boavista, vai ter que mudar.
Se em situações de perigo ou de grande tensão a razão indica-nos para apostarmos na experiência e na qualidade, já em situações em que é preciso apresentar uma nova atitude ou um espírito empreendedor normalmente a razão aponta para a aposta na mudança, irreverência e juventude.
Pois bem, amanhã acho que é tempo para isso.
Tendo tudo isto em conta, amanhã era um bom dia para iniciar um novo ciclo. O ciclo das vitórias.
Defendo a aposta em Fonseca pró lugar de Nuno Gomes; a aposta de Karagounis pró lugar de Rui Costa; a aposta de Paulo Jorge pró lugar de Manu; a aposta de Simão no lado esquerdo do ataque; a aposta de Miguelito no lado esquerdo da defesa; a manutenção de Luisão, Rocha e Alcides; e para o lugar de Petit Beto.
Muitas alterações, vários jogadores a tentarem agarrar a oportunidade. Caberá a Simão, Luisão e Rocha transmitirem a tranquilidade dos mais experientes. Caberá a Beto transmitir força e empenho.
Esperemos que com calma, as coisas encarrilem.
2-0 para o Benfica.
11/09/2006
LIga - 1ªjornada BOavista 3x0 Benfica
Eh pá é assim.
Numa frase, isto correu mal.
Nada houve que eu gostasse do jogo de sábado. Bem até gostei do Kikin.
Mas foi mau.
E mais não há a dizer.
Numa frase, isto correu mal.
Nada houve que eu gostasse do jogo de sábado. Bem até gostei do Kikin.
Mas foi mau.
E mais não há a dizer.
09/09/2006
Começar
Agora parece que é a sério. Vamos mesmo começar o campeonato. Com Rui Costa, mas sem Simão e Miccoli, a recuperar de lesões, o Benfica enfrenta, fora, o sempre problemático Boavista. Pede-se uma vitória. O Benfica tem o melhor plantel das últimas épocas. Mesmo sem o número 20 e o anão entroncado a mão-de-obra é mais do que suficiente para trazer os três pontos. Notas de eventual interesse são a estreia de Miguelito e a presença no onze inicial de Fonseca (o mexicano é definitivamente a minha aposta para 2006-2007). Força Benfica!
Vieira é fixe
Um Benfica à Benfica é também isto. Quando, de arquivamento em arquivamento, o Apito Dourado caminhava plácido para a impunidade total, o glorioso resolveu intervir. Com Luís Filipe Vieira à cabeça, sofrendo pressões de todo o tipo, o caso voltou á ribalta, numa altura em que a UEFA e a FIFA estão de olhos em nós, o que pode ajudar a vencer barreiras. A luta não vai ser fácil. Mas deixar que, mais uma vez, a corrupção e a impunidade prevalecessem seria uma forma de cobardia. Com satisfação verifico que Vieira está a revelar-se um Presidente à altura.
02/09/2006
Eu bem disse Giorgios
E lá chegámos ao fim de Agosto, e os plantéis ficaram compostos em definitivo. Admito que seja uma parte da época algo chata para a imprensa, já que não é impossível continuar a especular sobre contratações, apesar de ainda assim já especularem sobre um jogador uruguaio vir pra Portugal em Janeiro.
Mas indo ao que interessa, o plantel do glorioso ficou definido. E ficaram Karyaka e os jovens Pedro Correia e João Coimbra, mas principalmente ficou Karagounis. Boa!!!
Plantel fechado, mãos ao trabalho.
Mas indo ao que interessa, o plantel do glorioso ficou definido. E ficaram Karyaka e os jovens Pedro Correia e João Coimbra, mas principalmente ficou Karagounis. Boa!!!
Plantel fechado, mãos ao trabalho.
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